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domingo, 1 de abril de 2018

Sexta-Feira Semana 13

Boas pessoal,

Mais uma sexta-feira e mais um serão de jogos, na semana 13 .... o que poderia correr mal na semana 13 ..... falta do pessoal habitual na garagem, já não aguentam 2 seguidas ..... mas tivemos um novo convidado, um amigo que apareceu para tomar um café e ficou até o fim.

A noite começou com os os já super conhecidos PATCHWORK e LOST CITIES, ambos jogos antigos de dois dos melhores criadores de jogos, foi um bom aquecimento.

Com o Pedro na garagem, foi a vez de estrear um jogo que faz tributo ao famoso Mahjong, DRAGON CASTLE, um jogo de 2 - 4 jogadores, com um tempo máximo de 45 minutos, no qual os jogadores tem de desmontar o castelo do dragão, para construir um novo nos tabuleiros individuais dos jogadores e poder assim receber novos cidadãos. Um jogo cheio de estratégia, com componentes muito bons e um belo artwork, no qual cada jogador no seu turno pode realizar 1 das 3 ações disponíveis, apanhar um par de peças iguais, apanhar só uma peça e pegar num santuário ou descartar uma peça e ganhar um ponto de vitória, quando só ficarem peças no piso de baixo do castelo, é aberta uma nova ação, pegar numa ficha do dragão. No meio cada vez que se tenham pelo menos 4 peças da mesma cor adjacentes ortogonalmente se deve consolidar o grupo de peças, ganhando pontos de vitória e podendo construir um santuário num dele(s), pois dependendo do tipo de peça que se consolida é possível construir 1 ou 2 santuários, que darão pontos no fim do jogo dependendo da altura onde são construídos. Neste primeiro jogo não foram usadas nem as cartas de dragão nem as cartas do espírito. Um jogo bastante fechado no fim.


A seguir foi a vez da equipa especializada em desarmar bombas entrar em ação, com o FUSE, foram precisas 4 tentativas em modo treino para conseguir não ir pelo ar e desativar com sucesso as 18 bombas, com um bom resultado 69 pontos, para a primeira vez desta equipa não parece nada mau mesmo.

Já com o Zé na garagem, para não ficar sem a estreia de costume, foi a vez de outra estreia, SAKURA, de Reiner Knizia, um filler de cartas para 2 - 6 jogadores, com um tempo máximo de jogo de 40 minutos, com uma boa arte e muito simples, onde cada jogador é um pintor que procura ficar o mais próximo possível do embaixador enquanto este aprecia as árvores Sakura no jardim. Todos os jogadores começam o jogo com 5 cartas (numeradas do 1 ao 60), logo em cada ronda escolhem 1 das 5 cartas da mão ao mesmo tempo, as quais são viradas em simultâneo e resolvidas em ordem ascendente, resolvendo primeiro a ação do jardim e depois a ação do pintor, o embaixador vai parar 3 vezes nas árvores, nas quais decorrem as fases de pontuação do jogo. No fim quem mais fichas coletar vence o jogo. Um jogo para passar um bom momento sem nada de maior, mas com a expectativa de ver o comportamento do jogo com mais jogadores. 


A seguir foi a vez de tentar finalizar o THE GAME, desta feita não foi possível acabar o jogo, foram dados saltos muito grandes, ficando no fim com 9 cartas entre todos os participantes, o qual é um resultado excelente.

Para fechar a noite, uma partida de MEEPLE CIRCUS, nada a dizer deste divertido jogo, sempre a rir, ficam as fotos da última apresentação de todos os participantes.


E assim foi mais um serão recheado de jogos na Garagem.

Até a próxima pessoal,

E já sabem joguem sem moderação.

domingo, 11 de março de 2018

Sexta-Feira Semana 10

Boas pessoal,

Depois de passar a ressaca da LeiriaCon voltamos aos serões das sextas-feiras na garagem, em noite especial, só estreias entraram na mesa neste serão.

Para começar a noite, com 3 explicações do jogo pelo meio, pois o pessoal foi chegando a conta-gotas, foi a vez de Marco, Miguel, Jorge e Mário estrearem o XI'AN. Um jogo cheio de histórias provenientes da China pelo ano 246AC, onde é mandado a construir um exército de terracota, que farão parte do Grande Mausóleo, monumento construído para celebrar o fim da dinastia Qin, para os proteger depois da vida. 
Setup
Um jogo de 2-4 jogadores com uma duração máxima de 60 minutos, que tem como motor de jogo um baralho de 24 cartas de 4 cores, igual para todos os jogadores, misturando a seguir a alocação de trabalhadores, a gestão de recursos, controlo de área e a coleção de cartas. O jogo tem uma mecânica simples entre turnos, difícil são as escolhas que deverão ser feitas no decorrer do jogo. Todas as cartas tem uma cor de pigmento associado, um número de 1 a 6 e uma ação central. Em cada tuno todos os jogadores pegam nas 4 primeiras cartas da sua pilha e escolhem 2, depois todos viram as cartas ao mesmo tempo, a carta que fica por baixo só ficará com o número a monstra, indicará a intenção de jogar primeiro e a que fica por cima será a ação que o jogador quer executar, logo de imediato coloca um dos seus mestre de obra num dos edifico e executa ação (construir um soldado, pintar um soldado, criar uma arma ou mover o supervisor), assim até todos o jogadores terem usado as 2 primeiras cartas, a seguir são usadas as 2 cartas que ficaram de lado da mesma forma. Assim durante 6 rondas, que é igual dizer, até o baralho acabar. Logo se faz a pontuação final, pelo controlo de área no Mausóleo, a coleção de cartas, as amas associadas aos soldados, peças do Mausóleo não usadas, bônus finais da trilha do supervisor e recursos. Quem mais pontos de prestigio amealhar será declarado vencedor.
Fim do jogo
Logo a seguir, com o retornado Marco Coimbra a aparecer na garagem, foi a vez de colocar na mesa um jogo para 5 jogadores, e a escolha foi MEEPLE CIRCUS, um jogo de destreza, de 2 a 5 jogadores com uma duração máxima de 45 minutos (isto deve ser com a explicação). Neste jogo cada jogador representa um empresário de circo que tem de apresentar atos com os seus animais, acróbatas e outros objetos que fazem parte do circo durante 3 rondas, as 2 primeiras rondas são chamados atos de ensaio e a última ronda será a grande apresentação. O mecanismo é fácil, no inicio de cada ronda, a vez os jogadores escolhem os primeiros elementos que farão parte do circo, depois todos ao mesmo (só nas duas primeiras rondas) com uma das músicas do jogo, que tem duração de 2:04 minutos, farão a apresentação, baseado principalmente naquilo que o público quer ver (cartas). Quando os jogadores foram acabando as apresentações de verão dizer "Tadaaaa!", os 2 primeiros jogadores a acabar receberam aplausos pela velocidade de execução, quando a música acabar, todos os jogadores terão de parar e se procederá a avaliação das apresentações, recebendo aplausos do público baseado no valor da acrobacia nas cartas conseguidas e pela posição dos acrobatas na apresentação (iniciados, intermédios ou profissionais). A terceira ronda é igual só ao inicio, pois a apresentação final será individual. Um jogo com poucas regras, basicamente 3 ou 4 importantes, não se pode mexer ou testar os componentes para as acrobacias antes da música começar, todos os componentes deverão ficar dentro da arena, mesmo não sendo usados na apresentação, caso contrário não pontuam, os acrobatas e animais deverão ser sempre colocados em pé e os componentes que estejam em contacto com a arena do circo só pontuarão se carregar pelo menos 1 objeto. Um jogo interessante para passar um bom bocado,  com componentes bons, com excepção da arena do circo, poderia ser feita num cartão mais duro. No deixaram tirar fotografias as apresentações finais só ficou a pontuação.
Pontuação final
A seguir com direito a "unboxing", foi a vez do TOKAIDO, um jogo do francês Antoine Bauza, criador do 7 Wonders, Takenoko, Hanabi, Conan entre outros, para 2-5 jogadores, com uma duração média de 45 minutos, como principal mecânica está o movimento ponto a ponto, acompanhada da seleção de cartas, onde os jogadores representando uma personagem com um poder especial atravessarão numa viajem a maravilhosa estrada do mar do Leste. O jogo é bastante simples, o jogador que estiver em último no caminho da viagem sempre será o jogador ativo, até passar o(s) outro(s) jogador(es), onde decidir parar executará a ação do espaço e espera até ficar na última posição outra vez para se movimentar. As ações que se podem encontrar no caminho são entrar em templos e lugares salvagens, conhecer pessoas, juntar belos artefatos, descobrir grandes panoramas e comer excelente refeições. A viagem decorre ao longo de 4 dias e no fim de cada dia, o pessoal tem de parar para comer e descansar para o próximo dia de viagem, no final do quarto dia a viagem acaba depois do pessoal comer e descansar, sendo que o vencedor deverá ser aquele que mais coisas interessantes  e variadas descobriu no caminho. São feitas as contas do que foi amealhado na viagem que mais pontos tiver vence o jogo.
Troca de impressões no fim do jogo
Logo foi a vez de vestir a pele de colecionadores no POW!, um jogo de dados com base no Pickomino, do mesmo criador, o professor Reiner Knizia, onde cada jogador deverá colecionar super-heróis e super-vilões rolando os dados. Em cada turno o jogador poderá lançar até 3 vezes os dados, mas em cada lançamento deverá ficar pelo menos com 1 dos dados lançados. Dependendo dos símbolos dos dados, poderá escolher um super-herói (pontos positivos), um super-vilão (pontos negativos), ambos ou poderá roubar um super-vilão ou um super-herói a outro jogador, cada elemento ganho deverá ser apilhado numa coluna. Uma vez que acabem os super-heróis e os super-vilões o jogo acaba, e antes de proceder a pontuação final se verificará se existem mais heróis que vilões, neste caso se eliminarão tantos heróis sejam necessários para que as duas pilhas fiquem do mesmo tamanho, logo se somam os valores de todos os heróis e vilões, quem ficar com mais pontos vence o jogo. Foram feitas 2 partidas sem direito a foto, foi tudo muito rápido.

Para fechar este serão de jogos, foi a vez dum AZUL, para descomprimir.

E assim foi mais um serão de jogos na garagem, fiquem por aqui para as próximas novidades,

Até a próxima .... 

E já sabem joguem, joguem, joguem ...... sem olhar com quem.