domingo, 23 de julho de 2017

Jogos Semana 29

Boas pessoal,

Mais uma semana cheia de jogos começando bem cedo, na segunda-feira se juntaram na garagem o Marco Pereira, o Zé e o Mário para mais um serão de jogos, desta vez mais uma aventura do NEAR AND FAR, que depois de ter revisto no fim se semana o regulamento, se verificou que algumas coisas tinham sido mal feitas no jogo inaugural, o que fez com que o jogo demorasse mais do devido. Após a devida fase de esclarecimento e ter escolhido jogar o modo de personagens, entraram numa aventura o Eyim, o Tanian e a Vera. O jogo realmente teve uma fluidez bem diferente, mas a Vera foi a mais forte no decorrer do jogo passando por cima de todos acabando com a concorrência num ápice, realizando quase todas as aventuras misteriosas e lutando com todos os bandidos que lhe apareciam pela frente, colectando no fim do jogo a maior quantidade de pontos, ganhando o jogo sem margem para dúvidas.

A seguir para tirar a teima do empate da semana passada, o pessoal começa a pedalar no FLAMME ROUGE, na etapa da alta montanha, com um final totalmente assustador, sempre a subir.  Quem teve mais pernas para o fim foi o Zé, que andou sempre a puxar pelo pelotón na corrida, e mesmo assim conseguiu suportar tanto o esforço físico gasto como o ataque dos adversários para se consagrar no mais alto da montanha. O tira teima do desempate ficará para a próxima.


Numa de jogos leves e rápidos, entra em cena o MINT WORKS, desta vez, o final foi mais apertado, mas a vitória foi para o mesmo, o Zé, teve a sorte de comprar uma carta que lhe vai dando pontos de vitória no final de cada ronda, a mesma que lhe deu a vitória no jogo anterior, dando volta ao jogo que estava a ser dominado pelo Mário até mudar a ficha do jogador inicial de mão, como curiosidade pela primeira vez as mintas acabaram. Se espera que em breve exista uma expansão com novos edifícios para tornar o jogo mais interessante. 

E para fechar a noite numa de descontração e tentando a sorte nas cartas um PORT ROYAL, não existem mais qualificativos para adicionar a este jogo divertido e rápido, que como tem vindo a ser costume foi ganho pelo Zé, tornando-se o Senhor Port Royal, ganhando até agora todas as partidas realizadas até a altura. E assim acabou mais um serão extraordinário de jogos ao meio da semana.

Voltando as sextas-feiras, a garagem abre com o Marco Pereira, o Miguel e o Mário com 2 estreias o EMINENT DOMAIN e o RACE ROBOTS, o primeiro é um deck builder para 2 jogadores tipo STAR REALMS e o segundo é uma louca corrida de robots. Para iniciar a noite a malta escolheu uma das estreias RACE ROBOTS, que como o seu nome indica é uma corrida de robots dentro do que parece ser uma fabrica. Basicamente uma corrida onde os robots tem de parar nos checks points na ordem numérica mostrada, acabando quando o primeiro jogador parar no último dos check points. O jogo está divido em 3 fases, a compra de cartas que ajudaram aos robots na corrida, a fase da programação do turno e a fase de resolução do turno. Na primeira fase com uma mecânica igual ao KING OF TOKYO, os jogadores gastam energia para comprar cartas com uso único ou permanente que ajudarão os jogadores no decorrer da corrida. A segunda fase com uma mecânica de jogo similar ao COLT EXPRESS ou SPACE ALERT, os jogadores programam o seu turno tirando 9 cartas do seu baralho e escolhendo 5 delas na ordem em que quer ser sejam executadas, estas cartas permitem aos robots se moverem, mudarem de direção, ou colectar energia, uma vez que algumas corridas estão cheias de imprevistos como tapetes rolantes, molas, fossos, paredes, lasers e os outros robots a ser contornados a escolha destas cartas é fundamental. A terceira fase é a resolução da programação, o primeiro robot a realizar uma ação será aquele que estiver mais perto da antena de control, pois é aquele que recebe a informação mais rápido. Quando todos os robots realizarem a sua ação disparam automaticamente, se atingir outro robot este leva um dano e colecta cartas para o efeito, logo passa-se a ação seguinte e assim sucessivamente até todos os robots realizarem as suas 5 ações programadas. Se um robot cair num fosso ou sair do tabuleiro porque foi empurrado ou foi projetado por um tapete ou mola, ou simplesmente porque correu mal a programação deixa de jogar o turno que está a decorrer, apanha 2 cartas de dano e preparará o robot para começar o próximo turno no spawn no tabuleiro caso tenha entrado na fabrica, ou no mesmo ponto da saída se ainda não tinha entrado na fabrica. O jogo foi jogado 2 vezes com o Marco, o Miguel e o Mário e mais 2 vezes já com o Jorge e com o Zé. Nas 4 partidas depois de muita risa, andar aos empurrões, andar a bater na mesma parede vezes sem conta, ver o robot virar para o lado errado, levar com lasers a cada hora, saltar fora do tabuleiro, etc, etc, etc as cartas sorriram para o Mário dando vitória nas 4 partidas realizadas.


A seguir com o Jorge na garagem, foi hora de tratar de ser os senhores do gado e jogar uma partida de GREAT WESTERN TRAIL, um jogo fabuloso, onde existem muitas formas de colectar pontos e muitas decisões a ser tomadas pelo caminho que farão com que o rancheiro tenha sucesso, neste jogo não há más escolhas, uma pessoa sempre joga menos bem, bem, muito bem ou excepcionalmente bem, tipo o CASTLE OF BURGUNDY, como o Miguel e o Jorge nunca tinham jogado, foi dada uma breve explicação do jogo e assim recuperar um pouco as regras. Com todo a pronto se deu inicio a viagem que leva de Texas até Kansas City aos 4 rancheiros, uns mais rápidos, outros mais lento, com mais ações ou menos ações realizadas, constrói aqui, contrata acolá, paga aqui, recebe acolá, até que o Marco ativou o fim do jogo. Este jogo sempre com finais fechados, este não foi excepção, mas este teve um fim não apto para cardíacos, um fim de jogo louco, até foi solicitado que houvesse recontagem de pontos, porque desta vez só foi 1 ponto de diferença que fez com que o Mário vencesse o jogo.


E para fechar a noite mais uma vez a descontrair como vem sendo habitual com uma partida de PORT ROYAL, uma estreia para o Miguel, que desta vez teve um desfecho diferente de aquele que vinha sendo hábito, o Zé não ganhou o jogo, por incrível que possa parecer, da mesma forma que o jogo anterior o Marco ativou o fim do jogo ao ser o primeiro jogador a coletar 12 pontos de vitória, mas no decorrer da última ronda numa última jogada de desespero o Mário consegue ir comprar uma carta que lhe da o direito de trocar por um dos exploradores, passando a somar 14 pontos, que lhe deu a vitória do jogo e da noite.

Depois desta noite mágica de jogos onde a sorte do jogo sempre sorriu a mesma pessoa, ficará gravada nos anais das noites da garagem do Marco no edital da garagem.

Assim acabou mais uma noite bem passada, cheia de jogos e com um excelente ambiente, esperando que a próxima sexta-feira chegue rápido.

Até a próxima,

E já sabem joguem sem moderação.



terça-feira, 18 de julho de 2017

Jogos semana 28

Boas pessoal amante de jogos de tabuleiro,

Esta semana como tem vindo a ser costume começou mais cedo com uma sessão extraordinária na quarta-feira, com o Marco Pereira e o Mário na garagem, foi feita a primeira estreia CENTURY - SPICE ROAD, é primeiro da trilogia dos jogos Century. Este jogo muito simples de 2 a 5 jogadores, com 4 ações possíveis para fazer no turno do jogador, pegar uma carta do mercado, jogar uma carta da mão e fazer a ação, comprar uma carta de pontos em troca de recursos e recolher as cartas jogadas, o jogo acaba quando 1 dos jogadores tenha na sua posse 5 cartas de pontos ou 6 no caso de 2/3 jogadores. Os 4 recursos disponíveis neste jogo são especiarias, dai o seu nome, canela, 2 tipos de açafrão e cardamomo representados com cubos de madeira de diferentes cores. Cada jogador começa com um reboque onde poderá armazenar até 10 recursos e um número de recursos que dependerá do número de jogadores e da ordem de cada jogador. Como foi referido anteriormente os jogadores tomam turnos onde podem realizar 1 de 4 ações possíveis, a primeira é comprar uma carta do mercado, se for a primeira é grátis, a partir da segunda e até a sexta carta o jogador tem de colocar um recurso qualquer nas cartas anteriores incluindo até a carta logo a esquerda da pretendida, a carta comprada vai imediatamente para a mão. Nos turnos seguintes o jogador que comprar a carta com o recurso fica com ele. Outra ação é jogar uma carta da mão e realizar a sua ação, existem 3 tipos de cartas, uma que produz recursos de imediato, uma que permite trocar recursos e outra que permite melhorar os recursos. A terceira ação possível é trocar recursos por cartas de pontos, as duas primeiras cartas das 5 disponíveis serão acompanhadas por uma moeda de ouro ou prata segundo a sua posição. A última ação disponível é recolher as cartas jogadas até a altura para a mão. Quando o jogo chegar ao fim, cada jogador totalizará os pontos das cartas de pontos, mais as moedas que tiver (3 por cada moeda de ouro e 1 por cada moeda de prata), mais o recursos no reboque que não sejam amarelos. Quem mais pontos totalizar ganha o jogo. Nesta primeira experiencia que levou a melhor foi o Marco, ganhando de forma contundente o jogo.


A seguir outra estreia LE HAVRE do Uwe Rosenberg, um jogo aguardado com alguma expectativa na garagem que já contava com a presencia do Zé. Um jogo de 1 a 5 jogadores, com uma mecânica simples, onde cada jogador gere um porto construindo edifícios e barcos. Neste jogo os jogadores em cada turno tem de colocar os recursos representados na ficha onde para o barco e depois tem de tomar a decisão de pegar em todos os recursos do mesmo tipo ou executar uma ação de qualquer edifício, seu ou não. Depois existem ações extras que podem ser realizadas a qualquer altura do turno que é comprar um edifício pagando o seu valor em dinheiro, vender um edifício pela metade do seu valor ou pegar/devolver um empréstimo. Após realizar o setup e dando um breve resumo das instruções do jogo, fomos em frente com o jogo curto para 3 jogadores. O jogo chegou ao fim passadas 12 rondas, onde pelo meio foram cometidos alguns erros, na disposição das cartas no mercado, na venda de mercadorias no barcos, na resolução dos edifícios na carta de final de ronda. Sem perceber muito da gestão do jogo porque a comida é sempre pouca, condicionando as ações dos jogadores, chegaram no fim do jogo com algum dissabor, pois a questão de bloquear uma ação a outro jogador quando é deixado o trabalhador nela não foi muito bem aceite, mesmo assim a vitória foi para o Marco, segundo o Zé, e o Mário por incrível que pareça ficou a dever dinheiro ao jogo. Este jogo merece de uma nova oportunidade na mesa da garagem para demonstrar o seu lugar no topo dos jogos da BBG.


De regresso as sextas-feiras ditas normais, que com o bom tempo, os festivais de verão e o período de férias do pessoal, só contou com a presença inicial do Marco Pereira e do Mário e mais tarde se juntou o Zé. 

A noite começou com uma estreia ONITAMA, um jogo de estrategia para 2 jogadores, e como a caixa diz um simples e elegante jogo de tácticas marciais. Neste jogo cada jogador tem a sua disposição 1 mestre e 4 estudantes que se irão movendo no tabuleiro com a indicação das duas cartas disponíveis por turno, a carta usada para o movimento será entregue ao inimigo na ronda seguinte, e assim sucessivamente até que o mestre da equipa contraria seja capturado ou comido como no xadrez, ou o mestre chegue ao templo inimigo. Após 3 rápidas partidas a vitória foi de 2x1 para o Mário.


A seguir a repetição do CENTURY - SPICE ROAD, este jogo encaixou bem na garagem pela simplicidade e jogabilidade, em mais uma tentativa de ter a melhores cartas para o fim incluindo as suas respectivas moedas foram a caminho das melhores especiarias, nesta rápida partida a sorte esteve do lado do Mário que venceu sem margem de dúvidas.

Logo mais um jogo jogo leve e divertido, que tinha estado ausente da mesa na garagem à algum tempo, e nada melhor que aproveitar que esta a decorrer a volta a França, para pedalar no FLAMME ROUGE, onde cada jogador representa uma equipa de ciclistas com um sprinter e um rouleur, os turnos decorrem em simultâneo, e em cada turno o jogador deve escolher 1 das 4 cartas por cima do maço de cartas do respectivo corredor, individualmente, quer dizer primeiro um corredor e depois o outro, quando todos os jogadores estiverem escolhido as suas cartas estas são viradas e na ordem da corrida cada ciclista avança o número de espaços que estiver na carta, no fim o primeiro a cortar a linha da meta ganha, mas se mais de 1 jogador cortar a linha no mesmo turno ganha que chegar mais longe. Foram feitas 2 corridas com o resultado de 1 empate e 1 vitória para a equipa do Mário.


Já com o Zé a caminho da garagem, chegou a hora de fazer o setup da estreia da noite, o jogo NEAR AND FAR, do mesmo criador de ABOVE AND BELOW, o qual se estava a espera na garagem. Este jogo tem grandes similitudes com o seu antecessor, mudando um pouco as mecânicas, e alterando a sua jogabilidade, pois além de poder ser jogado de 4 formas diferentes, também não existe um número de rondas fixo para acabar o jogo. O que se mantem igual é o contar das histórias, o artwork, a reputação dos jogadores. No decorrer duma partida o jogador pode estar na cidade a fazer diferentes ações por turno, mas nunca repetir a mesma, entre as quais poder contratar pessoal no Saloon, ir a mina a procura de moedas ou gemas, apanhar tesouros, ir ao Town Hall e realizar trocas ou aos estábulos, ou poder estar numa viagem a procura de aventuras no mapas da aventura correspondente construindo tendas ao longo do percurso para ganhar recursos e também ajudar a andar até o mais longe possível. No inicio cada jogador conta com 14 tendas disponíveis no seu tabuleiro pessoal para construir e quando forem colocadas todas em jogo, este acaba, procedendo a contagem final de pontos, que é bem diversificada. Nesta primeira experiencia, foi seguido o conselho do manual, montando o mapa inicial onde estão presentes as cidades de Above and Below, incluindo alguns dos seus personagens nas narrações das histórias. Após o Zé construir as suas 14 tendas, se procedeu a contagem dos pontos, o qual deu a vitória ao Mário. Neste jogo o pessoal ficou na dúvida de algumas coisas, principalmente o tempo que demorou a partida, excessivo de mais, ficando combinado estudar bem o regulamento para na próxima oportunidade corrigir aquilo que foi feito indevidamente.


Para finalizar a noite na descontração nada melhor que um PORT ROYAL, um jogo muito bem recebido na garagem pela sua simplicidade e mecânica. As cartas desta vez sorriram ao Zé que parece ter dominado o jogo desde o inicio, mas desta vez só conseguiu ganhar após o desempate, tendo a maior quantidade de ouro na mão.

E assim por volta das 4 da manhã fecha mais uma noite bem passada na garagem do Marco.

Até a próxima.

E não esqueçam joguem bem e não mirem com quem.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Jogos semana 27

Boas pessoal,

Numa semana que começou bem cedo com 2 estreias, uma com a maior das caixas que passaram pela garagem e o outro a caixa mais pequena que já passou pela garagem.

Logo na segunda-feira se juntaram na garagem o Marco Pereira, O Zé e o Mário para estrearem um dos 3 melhores jogos familiares do ano de 2014, a espera deste jogo demorou pois estava a ser reimpresso e superou todas as expectativas, trata-se o CONCORDIA. Um jogo que mistura o controlo de área e deck building. Neste jogo os jogadores representam famílias influentes de Roma tentando expandir o seu domínio na Europa, Norte de África até o Maio Oriente, seja enviando os seus barcos ou colonos para construir postos comerciais. O jogo flui de uma forma muito simples, em cada ronda cada jogador no seu turno joga uma carta e executa a sua ação, podendo colectar mais cartas, produzir recursos, ganhar dinheiro, mover os barcos ou colonos, construir postos comerciais, trocar recursos, copiar uma ação dum adversário ou recuperar as cartas jogadas até o momento. O fim do jogo chega de 2 formas, quando um dos jogadores construir os seus 15 postos comerciais ou quando não houver mais cartas para comprar. Quando é ativado o fim do jogo os restantes jogadores podem jogar mais 1 turno e logo passasse a pontoação do jogo. Cada carta tem o beneficio de um Deus romano que funcionará como fator multiplicador para o tipo de pontoação a qual estiver associado. Os jogadores ganham pontos pelo dinheiro com que ficarem no fim, pelas construções feitas, pelas construções nos diferentes territórios, pelos barcos e colonos no tabuleiro e pelas cartas especiais. Depois deste breve resumo, os jogadores começaram a sua incursão, o jogo acabou quando o Mário construiu o seu último posto comercial. A seguir foram feitas as contas onde o Marco, com  a ajuda de boas cartas de pontoação ganhou o jogo com uma boa margem de diferença.


A seguir a outra estria, MINT WORKS, o jogo mais pequeno visto na garagem, tratasse de um work placement onde as mentas são usadas  para realizar as ações, um jogo simples onde cada jogador tem de construir o melhor bairro, comprando edifícios, construindo-os e usando os benefícios das cartas. O primeiro jogador a ter um bairro com 7 estrelas depois de todos os jogadores passarem a sua vez, ganha o jogo. Nesta experiencia o Zé saiu vencedor pela margem mínima. Este jogo tem a particularidade de serem partidas rápidas aliado a uma boa re-jogabilidade. 


De volta as sextas-feiras de jogos, a noite de jogos começou mais cedo do habitual, no final do tarde o Marco Pereira e o Zé, abriram a garagem e prepararam o primeiro jogo da noite, para variar uma estreia, ZOMBICIDE - PRISON OUTBREAK (2ª Temporada). Nesta nova temporada, que não necessita da 1ª temporada para a jogar, aparecem novos sobreviventes, novos monstros, novas armas, novos desafios em volta duma prisão. Para começar foi montada a primeira missão, a qual foram jogando até a chegada do Mário, já quase a meio do jogo, entrando logo em jogo, ficando com 2 sobreviventes. O jogo chegou ao fim com uma vitória da equipa, conseguindo manter as hordas de zombies controladas e chegando com todos os sobreviventes em segurança a prisão. Este jogo tem-se tornado no jogo mais jogado nos últimos 15 dias na garagem, seja com a 1ª ou 2ª temporada, parece que pegou de estaca e não sai tão cedo da rotação dos jogos na garagem.

A seguir já com o Jorge na garagem, mais uma estreia, PORT ROYAL, do Alexander Pfister, criador do MOMBASA e  o GREAT WESTERN TRAIL, um jogo de cartas simples, onde cada jogador tenta ter o melhor porto, para isto ussa as habilidades das pessoa que vai contratando e com o dinheiro que vai arrecadando, um jogo de mecânica simples quase sem tempos mortos entre os próprios turnos. No jogo cada jogador pode virar cartas da pilha até querer parar ou sair 2 barcos da mesma cor, se acontecer a primeira o jogador tem direito de trocar ou contratar escolhendo um número de cartas (1/2/3) que dependem da quantidade de barcos diferentes a mostra, a seguir cada jogador pode trocar ou contratar só 1 das cartas expostas, sendo obrigado a pagar 1 moeda ao jogador ativo. No final de todos os jogadores optarem por escolher trocar, contratar ou passar as cartas expostas são recolhidas e colocadas no descarte passando logo a vez ao jogador situado a esquerda, que repetirá o procedimento. Agora se o jogador virar 2 barcos da mesma cor e não o conseguir repelir, o seu turno acaba ineditamente e passa a vez. O jogo chega ao fim após um dos jogadores colectar 12 pontos de vitória no seu porto, continuando a ronda até todos os jogadores tiverem a mesma quantidade de turnos como jogador ativo. Um jogo rápido e divertido, onde as cartas funcionam dos 2 lados (moedas/personagens-barcos) e onde arriscamos a sorte nas cartas que são viradas No final da partida o vencedor, sem sombra de dúvidas, foi o Zé.


A seguir um velho conhecido TOBAGO, que o Jorge não tinha experimentado, aproveito-se o facto para ser ele a fazer o setup do jogo. Com tudo a prontos a malta começou a caça dos tesouros na ilha nos 4x4, no decorrer apareceram os 2 tesouros amaldiçoados e no fim do jogo que conseguiu amealhar mais moedas nos tesouros foi o Mário, com uma boa ventagem sobre a concorrência.


A seguir mais um ZOMBICIDE - PRISON OUTBREAK, desta vez foi montada a missão 2 - A procura da chave. Nestas tentativas foram dissipadas todas as dúvidas, com 4 jogadores o jogo fica muito mais difícil de ganhar. Na primeira tentativa entraram em jogo as 2 abominações logo na primeira ronda, complicando todo logo no inicio. A seguir na segunda tentativa, desta vez intentando alterar um pouco a estrategia e controlando melhor as hordas, não houve grandes hipoteses de sucesso, pois na exploração não saíram boas armas e quem tinha a melhor arma ia matando conforme podia passando de níveis muito rápido complicando ainda mais o jogo. Em ambos jogos após morrer todos e passarmos a zombiventes, morremos novamente deixando de cumprir com o objetivo do jogo, chegar todos vivos ao fim do jogo.


Para finalizar a noite, numa de descontração, mais uma estreia ICE COOL, catalogado como o melhor jogo infantil do ano em curso. Neste jogo cada jogador representa um pinguim numa escola, em cada ronda 3 pinguins vão a procura de capturar os seus 3 peixes, enquanto o quarto jogador, tornasse no perseguidor destes 3 pinguins. A ronda acaba quando 1 dos 3 jogadores consegue apanhar os seus 3 peixes ou quando o perseguidor apanha os 3 pinguins. O jogo é fabuloso pois cada pinguim é mexido com um golpe com o dedo, podendo andar enfrente, andar com efeito e passar por várias portas em simultâneo ou até mesmo saltar entre os compartimento. Como ponto negativo do jogo está o encaixe entre as caixas e a pouca re-jogabilidade pois o cenário é sempre montado da mesma forma. O jogo é ganho pelo pinguim que mais peixes colectar nas cartas no fim do jogo, As cartas são colectadas por cada jogador quando apanha 1 peixe da sua cor e no final de cada ronda, na qual o perseguidor colecta tantas cartas quando pinguins tenha conseguido apanhar e os jogadores que não tiverem sido apanhados podem colectar 1 carta. Após muitas vezes a volta da mesa e de muitos risos o vencedor da noite foi o Marco com uma boa ventagem sobre a concorrência. 


Já passadas as 4 horas da manhã fechou a garagem com o pessoal todo a rir após um bom serão de jogos.

Esperamos que se tenham divertido tanto a ler como a malta a jogar.

Até a próxima semana, 

E não esqueçam joguem sem moderação 😄

terça-feira, 27 de junho de 2017

Jogos semana 25

Boas pessoal,

Esta semana que passou só houve uma sessão extraordinária na quinta-feira com a estreia do jogo MADEIRA, um jogo esperado a algum tempo na garagem, dos designers portugueses Paulo Soledade e Nuno Sentieiro, que transportam os jogadores para a época da monarquia portuguesa. Já na garagem com o Marco Pereira, o Zé e o Mário foi realizado e setup do jogo, misturando uma breve explicação cenário pintado no tabuleiro. uma explicação que pecou por ser longa e que mesmo assim não chegou ao fim, causando uma série de erros consecutivos nas 2 ou 3 primeiras rondas, até acertar com o passo. Logo nas primeiras rondas na etapa C da ronda onde são realizadas as ações dos edifícios foi o principal erro cometido.


Este jogo como referido anteriormente transporta os jogadores para o arquipélago da Madeira na época da monarquia portuguesa onde cada jogador "trabalha" para os reis à procura de prestigio. O jogo dura 5 rondas, cada ronda tem 5 fases bem definidas, nas quais os jogadores tem de fazer as vontades aos reis de Portugal cumprindo os seus pedidos e assim ganhar o respectivo prestigio. Ao inicio de cada ronda é feita a preparação da mesma , de seguida no decorrer do jogo os jogadores usam 3 dados (no mínimo) colectados na fase da preparação para realizar ações em qualquer das 3 zonas da ilha, contando com a ajuda de 4 personagens com ações especiais, podendo posteriormente realizar a ação do edifício onde houver um marcador do jogador e depois realizar a manutenção dos nossos colaboradores e barcos espalhados no tabuleiro e finalmente ver qual é a vontade dos reis em cada ronda, que pode ser satisfazer alguma necessidade (cumprir um objetivo) ou mudar a agricultura das ilhas. Caso alguma coisa corra mal nas ações dos edifícios ou na manutenção dos assistentes ou barcos os jogadores são penalizados com piratas, que na contagem final do jogo irão retirar pontos de prestigio. Para ir colectando pontos de prestigio os jogadores tem de cumprir os pedidos dos reis, que são individuais para cada jogador, e neles se deve viajar com o barcos para as colonias, utilizar barcos na rota comercial de mercadorias, ter fieis assistentes nas principais cidades do arquipélago, trocar dinheiro por prestigio, ter a maioria de assistentes na City Watch no fim de cada ronda ou contar com a ajuda das comunidades das ilhas. No fim entre os pontos positivos e os negativos que ficar com o maior número de pontos de prestigio vence o jogo. Neste jogo como já referi com erros crassos a vitória sorriu para o Zé, com o Marco e o Mário a seguir muito próximos.

Em conclusão, este é um bom jogo onde é misturada a sorte dos dados, a estrategia e a gestão de recursos, onde não existe obrigatoriedade nas ações, e com algum grau complexidade para poder gerir todo. Como primeira experiencia, não foi, com certeza das melhores, o jogo custou encaixar, muitos pormenores esquecidos que tiveram repercussão nas rondas finais, mas que com uma ou duas partidas num curto intervalo de tempo as agulhas serão acertadas e os erros minimizados, sobressaindo de certeza absoluta a parte interessante do jogo.

Fica para a semana pessoal a espera que todo volte a normalidade.

E já sabem joguem sem moderação.  

terça-feira, 20 de junho de 2017

Jogos semana 24

Boas pessoal louco por jogos de tabuleiro,

Nesta semana não houve jogos na sexta-feira como é habito na garagem, o pessoal com a vinda do verão começa a entrar em modo "férias", que são sempre bem merecidas, pelo que fazer uns joguinhos em algumas sessões estras passa a ser a melhor opção, como tem vindo a ser normal nas últimas semanas devido ao aumento no inventário de jogos na garagem. 
Logo bem cedo, a começar a semana, no domingo se reuniram na garagem o Marco Pereira, o Zé e o Mário, o jogo para abrir a tarde de domingo foi o ZOMBICIDE, o jogo já tinha sido estreado na sexta-feira a horas impróprias, a jogar e ler o manual em simultâneo, depois de ver e corrigir para este jogo o que tinha sido mal feito na sessão anterior, que por incrível que pareça só foi uma coisa, a entrada dos zombies nos edifícios após a abertura duma porta de entrada. Com isso clarificado entramos para a primeira missão do manual, que era hard. Cada jogador a controlar 2 sobreviventes, tinham de colectar as fichas de missão localizadas em vários edifícios e ainda conseguir sair com 3 itens, com uma boa estrategia, e conseguindo boas armas na pesquisa aos edifícios a equipa foi eliminado com alguma facilidade as hordas de zombies que iam surgindo, desde vez; claro; com mais zombies e por sua vez mais difíceis de matar do que na sessão anterior. Para o fim um dos sobreviventes ficou atrasado só para ajudar o resto da equipa a fugir, pois tinha uma boa combinação de armas obtendo o maior número de mortes com o marcador, morrendo na última ronda a mão 3 runners, mas mesmo assim, o resultado do jogo com esta baixa foi vitorioso para a equipa. Este jogo cooperativo com lançamento de dados a mistura é divertido, podendo ser jogado até com 6 jogadores, ao que parece o jogo fica mais fácil com 2 e 3 jogadores, já que com 2 cada jogador utiliza 3 sobreviventes, e com 3 cada jogador utiliza 2 sobreviventes, nestas 2 vertentes entram em jogo todas as personagens. Também parece que fica mais difícil só com 4 jogadores, pois neste caso cada jogador utiliza 1 sobrevivente, ficando sempre 2 personagens de fora. No caso de jogar com 5 ou 6, a dificuldade será organizar toda a equipa a colaborar em prol da equipa.

 

Para fechar o serão da tarde, outro excelente jogo, que peca por não aparecer mais vezes pela garagem devido a quantidade de jogos disponíveis, o GREAT WESTERN TRAIL, um jogo que mistura a coleção de cartas (gado) com o andamento do peão no tabuleiro o qual realiza a ação onde parar. Neste jogo cada jogador interpreta o papel de um comerciante de gado, neste caso em particular procura de vender o seu gado ao melhor preço (só contam cartas diferentes no fim da viagem), para melhorar o seu gado o peão faz um viagem entre o Texas e Kansas City, onde vai tentar obter a melhor coleção de cartas nas ações disponíveis nos tiles e também contará com a ajuda de vaqueiros, engenheiros e artesãos que melhorarão o resultado de algumas ações. Uma vez que chegar a Kansas City o gadeiro venderá o seu gado e irá colocá-lo num comboio para este ser entregue numa das 10 cidades disponíveis, e poder assim começar uma nova viagem. Um jogo onde existem diferentes formas de ganhar pontos que são serão totalizados no final do jogo, tonando imperceptível a posição de cada jogador em cada turno, o que da ao jogo uma vida totalmente diferente. O jogo  no fim das contas foi ganho pelo Zé com uma boa margem para os adversários. Todos esperam ver este jogo novamente na garagem, pois a sua simplicidade aliado ao poder de escolhas em cada turno torna o jogo fabuloso.

Esperamos que o pessoal que foi de férias tenha levado uns joguinhos para animar os tempos mortos, pois o pessoal que ficou (Zé e o Mário) realizou duas sessões de jogos no fim se semana nas tardes de sábado e domingo numa das delegações da garagem, onde foi jogado: Onitama (x3), Sagrada (x3), Trajan, As viagens de Marco Polo, Le Havre - The Inland Port, Patchwork e Pickomino. 

Esperasse que no decorrer da próxima semana, uma vez que não haverá sexta-feira de jogos devido ao Santo popular da cidade, seja realizada outra sessão especial de jogos, para estrear mais algumas coisas, destacando o MADEIRA, do portugueses Paulo Soledade e Nuno Sentieiro, e o MOMBASA do Alexander Pfister, o mesmo designer do GREAT WESTERN TRAIL.

Até a próxima pessoal ....

E não esqueçam joguem bem e não mirem com quem.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Jogos semana 23

Boas pessoal louco por jogos de tabuleiro,

Esta semana parece que as coisas voltam a normalidade, e nada melhor que começar a semana mais cedo, na segunda-feira se juntaram o Marco Pereira, o José Martins e o Mário para mais um serão de jogos de tabuleiro, noite com duas estreias dos três jogos realizados.

Para abrir a noite chega a mesa o SAGRADA, um jogo de dados translúcidos que são utilizados para fazer vitrais numa janela estilo gótico. O jogo dura 10 rondas nas quais os jogadores podem colectar dados e colocá-los na janela respeitando as restrições do jogo e/ou utilizar as ferramentas disponíveis para quebrar as regras e facilitar ou corrigir alguma situação desfavorável no vitral ou passar, caso não consiga utilizar nenhum dado disponível. As restrições da colocação de dados no vitral são, o primeiro dado deve ser colocado num dos cantos do vitral, os dados seguintes devem ser colocados adjacentes (na ortogonal ou diagonal) a algum dado colocado anteriormente, não é permitido colocar dados adjacentes na ortogonal com dados que tenham a mesma cor ou mesmo número e por último se devem respeitar os espaços que já solicitam a colocação de um dado com uma color ou um número específico. No decorrer do jogo, em cada ronda são restirados os dados do saco de acordo com o número de jogadores e lançados, começando pelo primeiro jogador e em sentido horário todos pegam num dado e/ou utilizam uma ferramenta ou passam, quando chegar a vez do último jogador, o sentido do turno muda em sentido anti-horário, os dados que sobram no fim são utilizados para marcar o número da ronda. No decorrer das 10 rondas todos os jogadores tem 3 objetivos em comum que podem pontuar várias vezes se possível e 1 objetivo privado, assim como acesso as 3 ferramentas no decorrer do jogo. Quando estiverem realizadas as 10 rondas se procede a contagem dos pontos de cada jogador, começando pelos objetivos públicos, a seguir os pontos do objetivo privado, logo o número de fichas para ativar as ferramentas que ainda estiverem na posse dos jogadores e depois e retirado 1 ponto por cada espaço vazio no vitral, o jogador com mais pontos ganha o jogo. No final do jogo quem colectar mais pontos será o vencedor e terá o título de Mestre Artesão, Neste primeiro jogo o vencedor foi o Mário; muito graças a precipitação do Zé na última ronda; tornando-se assim no primeiro Mestre Artesão do jogo. 


A seguir entre as escolhas disponíveis, mais uma estreia, POWER GRID, um dos jogos econômicos mais antigos e conceituados elaborado pelo designer Friedemann Friese. Neste jogo os jogadores competem por ser a melhor companhia de fornecimento de eletricidade no pais, para isto deverão investir em estações produtoras de energia, para abastecer o maior número de cidades onde tenham uma estação, a duração do jogo depende do número de jogadores presentes, mas ele só acaba quando qualquer jogador tiver construído o número de estações necessárias para ativar o fim o jogo, após todos os jogadores concluírem o turno nesta fase, procedesse a fase seguinte que é a burocracia, nesta fase é determinado o vencedor do jogo que será o jogador quem mais cidades conseguir abastecer de energia com as estações disponíveis, por incrível que pareça não ganha quem tiver mais dinheiro. O jogo é de mecânica simples e cada ronda tem 5 etapas bem definidas, a primeira é ver a ordem dos jogadores, que pode mudar de ronda para ronda de acordo com o número de estações construídas, a segunda começa o leilão para a compra das estações produtoras de energia, no primeiro turno todos são obrigados a comprar, em futuros turnos podem passar, o máximo de estações de energias que podemos ter em simultâneo são 3. A terceira é a compra de matérias primas (carvão, óleo, lixo ou titânio) para poder por as estações a funcionar, está fase decorre ordem inverso. A quarta é a construção de novas estações em novas cidades, para tal deve ser pago o valor da transferência de energia entre as cidades e o valor da construção que dependerá em qual das 3 fases se encontre o jogo, está fase também decorre ordem inverso. A quinta e última etapa é a burocracia, onde cada jogador usa os recursos comprados para ativar as plantas de energia em seu poder e alimentar a sua rede de cidades de energia, recebendo o dinheiro pelo fornecimento de energia de acordo com as cidades abastecidas. A jogar com o mapa de Alemanha, neste jogo o Mário sempre estive sempre a frente na ordem dos turnos, gastando mais dinheiro na compra de matérias primas e na construção, mas isso não impediu de conseguir fechar o jogo construindo a decimo sétima estação e vence o jogo devido a conseguir abastecer o maior número de cidades 16 das 17 onde tinha uma estação de energia, a seguir o Zé conseguiu abastecer as suas 14 cidades com estações de energia, enquanto o Marco só abasteceu 12 das 14 cidades com estações de energia. 


A seguir um BORA BORA, após limar algumas arestas do jogo inicial entre o Marco e Zé que é normal nas estreias, nos adentramos na ilha a procura de obter o melhor dela. Um jogo com uma jogabilidade brutal e com alguma complexidade devido a variedade de opções que cada jogador pode fazer em cada ação com os dados ou nas fases subsequentes. Com os 3 jogadores a dar o melhor de si para ter os melhores benefícios da ilha, construindo cabanas, recrutando novas pessoas para a tribo, mandando padres aos templos, pescando ou andando a procura de conchas para obter joias, etc, etc etc, entre outras, turno após turno, num mundo repleto de infinitas opções, que dependem claro ..... do valor do dados, Após finalizar as 6 rondas do jogo, começasse a fazer as contas dos territórios ocupados com peixes, tokens, objetivos, joias, no fim o vencedor do jogo foi o estreante Mário, seguido do Marco com um ligeiro atraso e muito mais atrás o Zé que ficou perdido no meio da ilha debaixo duma árvore que tinha mandado abaixo. 


O grande vencedor da noite sem sobra de dúvidas, foi o Mário; que tirou a barriga da miséria das exibições anteriores; ganhando os 3 jogos desta noite.

Mais uma vez de regresso as sextas-feiras ditas normais, noite que só contou com a presença de 3 dos jogadores habituais.

Para abrir a noite o Marco Pereira e o Mário decidiram abrir as hotes a jogar SAGRADA, como referido acima um bom jogo para abrir uma noite longa de jogos pela sua simplicidade e elegância, após 2 partidas onde ninguém se ficou a rir, empate técnico, 1 vitória para cada jogador. A seguir foi a vez dum dos jogos mais esperados na garagem pelo Marco, ORLÉANS, o jogo não é novidade da garagem, mas o Marco era daqueles que ainda não o tinha experimentado. Depois de fazer um resumo de como funciona o jogo, se aventuraram em ver quem ia ser a melhor colonia. depois de 18 rondas e verificar pelo meio que se cometeram um par de erros na preparação do jogo (recursos e personagens a mais) que não vieram a condicionar em demasia o resultado final, o vencedor da noite foi o Mário.

A seguir, com o presença do Zé, uma meio estreia, ROBINSON CRUSOE - THE VOYAGE OF THE BEAGLE, está é a expansão do jogo do ROBINSON CRUSOE, a primeira missão desta expansão já tinha sido jogada pelo Marco e o Zé, mas como não registaram todo o que ficou no fim, não se conseguiu avançar para a segunda missão, então foi decidido recomeçar tudo, com as 3 personagem em ação, mais o Charles Darwin e 2 ajudantes, todos na ilha a procura de amostras de plantas carnívoras, animais selvagens,  fosseis e ferramentas especiais, itens que ditarão o resultado no fim da missão. Após as 10 rondas, mantendo sempre a moral da equipa em alto e com alguns ferimentos leves, chegamos a fim da missão recolhendo pontos suficientes para obter todos os benefícios desta missão para as futuras.


Para finalizar uma estreia, com direito a unboxing, do último jogo a entrar na prateleira da garagem do Marco, ZOMBICIDE, este é um jogo cooperativo de dados, onde as pessoas estão numa vila a lutar pela vida no meio do apocalipse zombie, a procura de cumprir os objetivos da missão. Para iniciar foi jogado o tutorial para perceber um pouco a mecânica do jogo, ações, movimentações e combates. Após arrumar com o tutorial em 30 minutos, devido a hora, ficou decidido jogar uma missão fácil, em vez da primeira missão. Foi feita a preparação da missão 7 - Grindhouse, a qual foi um sucesso a equipa esteve bem, colectou boas armas e criou boas estratégias para repelir os ataques zombies.


Ao todo esta sessão deve ter o recorde de duração das anteriores, pois os jogadores abandonaram a garagem já de dia.

Até daqui até 3 semanas, mais ou menos, por a garagem entrará em modo: férias na próxima semana e na seguinte, são as maiores festas patronais da cidade.

E lembrem-se joguem sem moderação.

terça-feira, 6 de junho de 2017

Jogos semana 22

Boas pessoal,

Esta semana atípica, que com certeza se repetirá mais vezes no período de férias do pessoal que frequenta a garagem do Marco, não houve jogos na sexta-feira, mas houve uma noite extra ao meio da semana, se na semana anterior tinha sido uma noite com Vital Lacerda desta vez foi a noite do Stefan Feld, um dos mais prominentes designers de jogos de tabuleiro moderno.

A noite abriu cedo com o Marco Pereira e o José Martins a jogar a primeira estreia da noite a 100%, BORA BORA, um jogo de dados onde estamos numa ilha mágica, os dados são para realizar as ações disponíveis que variam de acordo com o número de jogadores, entre as quais podemos viajar entre territórios e ilhas e construir cabanas, juntar novo pessoal a tribo sendo agradecido por benefícios associados a cada novo integrante, enviar sacerdotes ao templo, construir com recursos, etc, etc, uma lista enorme que dificulta o caminho a seguir, mas para isto não acontecer existem objetivos que pontuam no final de todas as rondas. O fluxo de jogo é simples, cada jogador começando pelo primeiro jogador usa 1 dos 3 dados disponíveis para realizar uma das ações e assim sucessivamente até que cada jogador tenha utilizado os 3 dados em seus turnos, tendo em consideração que, se for um dado de valor alto poderá usufruir melhor da ação, mas os outros jogadores ou até ele próprio poderão fazer a mesma ação com um dado de valor menor (que é a único requisito para jogar dados na mesma ação), se colocar um dado de valor baixo executa uma ação mais fraca mas com certeza ira bloquear essa ação aos outros jogadores nos turnos seguintes, forçando aos outros jogadores a utilizar o beneficio dos Deuses a cambio de uma oferta. Neste jogo se vão colectando pontos de vitória ao longo dos turnos e no fim de cada turno quando se verificam os contratos concluídos. No final após juntar o pontos de todas as peças do tabuleiro quem tiver mais pontos será o vencedor. Nesta noite de estreia foi o Marco.


Logo com a presença do Mário, a segunda meio estreia da noite THE CASTLES OF BURGUNDY, que por incrível que pareça de castelos não tem nada, é a Masterpiece do Stefan Feld. Este jogo com uma mecânica parecida com o BORA BORA, junta tiles aos dados. 

O jogo decorre em Burgundy - França Medieval no século XV. Os jogadores representam príncipes/princesas que tem por objetivo liderar o seu principado ao mais alto nível. O jogo decorre em 5 fases e cada fase têm 5 turnos. Cada jogador utiliza 2 dados para realizar as 2 ações de forma consecutiva; começando pelo jogador inicial e depois em sentido horário até todos os jogadores tiverem realizado as suas 2 ações. As ações disponíveis para realizar com os dados são pegar em novos tiles (edificios, castelos, barcos, minas, pastos com animais, investir em conhecimento) na cela com o valor do dado e junta-lo ao seu principado, construir novos territórios com o dado de valor igual no principado utilizando de imediato o beneficio da construção, trocar recursos do mesmo valor do dado, Como ação extra podem ser usados trabalhadores para modificar o valor do dado em +/- 1 por cada trabalhador utilizado, ou ir a comprar novos tiles no mercado negro pagando 2 moedas por isso. No decorrer dos 25 turnos cada jogador vai somando pontos de vitória pelas ações realizadas e no fim são somados os pontos dos tiles de conhecimento, as moedas, os trabalhadores, as mercadorias não entregues e os bônus de construção, quem tiver mais pontos no final do jogo será o vencedor. Nesta batalha épica com um final bastante fechado e com o Marco e o Zé com alguma vantagem por já ter realizado uma partida uns dias antes, o pessoal foi até o fim trocando de posições a cada instante e por causa de querer ser ganancioso e falar de mais o Mário perde o jogo por 2 pontos para o Marco, que aproveitou a dica para o bloquear e lhe tirar uns pontos que lhe valeram a derrota, também segundo dizem por ai, foi a vingança do final de VINHOS de uma semana atrás, conforme dizem os entendidos na matéria. Um jogo que com certeza estará mais vezes na mesa da garagem pela genialidade e a facilidade de andar com o jogo durante os 25 turnos.


Até para a semana, quando as coisas voltarem a normalidade.

E já sabem joguem sem moderação.  

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Jogos semana 21

Boas pessoal amante de jogos de tabuleiro,

A semana começou mais cedo do normal como tem vindo a ser costume, com uma sessão extraordinária na quarta-feira 24 de Maio, que poderia ser chamada como a noite de Lacerda, pois o jogo que vai saltar a mesa e o jogo que vai ser apresentado são do designer português Vital Lacerda. Sem mais preâmbulos e como o prometido é devido, o jogo desta noite foi THE GALLERIST, já se tinha visto a caixa e os componentes que são muitos bons, ao igual que o VINHOS. Para resumir o jogo, que a partida não parece muito complicado, pois em cada turno os jogadores podem só realizar uma ação das duas disponíveis na zona de ação onde é colocado galerista. É um jogo econômico onde cada jogador representa o papel do dono de uma galeria de arte, e este deverá ir ao campo dos artistas ao procura de descobrir um novo artista ou comprar uma obra de arte dum artista em ascensão, ou pode ir ao departamento de ventas e arranjar contratos que ajudaram a vender as obras de arte ou vender obras de arte, ou ir ao mercado internacional, onde tentaremos ter maiorias para pontoar no final do jogo e ganhar o leilão das obras de arte em exposição, ou ir até os media e promover um artista ou contratar novos assistentes, parece fácil não parece, fora estas ações que são as que um jogador pode realizar no seu turno existem mais 2 tipos de ações que podem ser consideradas extras. A primeira chamada ação executiva, onde podem ser trocados tickets para convidar VIP, colecionadores ou investidores para a galeria, ou utilizar um assistente para ativar o bônus que está no contrato adquirido. A segunda chamada ação de expulsão, caso outro jogador deseje realizar uma ação que tenha outro galerista, o galerista expulso poderá gastar fama para um nível inferior e assim realizar uma segunda vez antes de ser expulso, ou poderá realizar uma ação executiva. O jogo acaba quando forem cumpridos 2 destes 3 eventos: se acabarem os tickets da reserva, se não houver visitantes no saco ou se 2 artistas se terem tornado celebridades. Os 3 galeristas que se aventuraram neste mundo das artes foi o Marco Pereira, José Martins e Mário Bastidas. Após varias rondas tentando cada um dar o melhor de si, o fim do jogo é ativado ficando sem tickets e sem visitantes no saco. Tentando perceber e aproveitar ao máximo o track da fama e dinheiro, uma das cenas mais fantásticas e difíceis do jogo, o galerista que ganhou mais dinheiro no fim foi o Mário.


Logo veio a apresentação do jogo VINHOS - DELUXE EDITION, esta versão do ano 2016, tem o jogo original do ano 2010 e a versão do ano 2016 que é uma versão mais simplificada do original. A caixa e os componentes de elevada qualidade, como já referido, ambos impressos pela mesma empresa. Ficou logo combinado que seria o jogo que iria a abrir a garagem do Marco na sexta-feira.

Mais uma sexta-feira de jogos, que com o José Martins e o Mário Bastidas na garagem, a espera do Marco, não desperdiçaram o tempo e fizeram uma partida de 7 WONDERS DUEL com a sua expansão PANTHEON. Nesta luta de outrora o vencedor foi o o Mário. Já com a presença do Marco toca fazer o setup da estreia, VINHOS - DELUXE EDITION, onde foi jogada a versão de 2016. Um jogo econômico onde cada jogador representa um investidor de vinhos, e este tem de comprar vinhas das 9 zonas do pais, desenvolver o seus vinhedos e produzir o melhor vinho possível, que poderá ser vendido no mercado nacional ou estrangeiro, ou poderá ser apresentado na Feira Nacional de Vinhos. Com o Marco e o Zé a jogarem uma partida uns dias antes, passaram a explicação que não foi muito diferente do THE GALLERIST, o jogo decorre em 6 anos, e em cada ano cada jogador pode realizar 2 ações, para depois fazer a etapa de manutenção e finalmente fazer a colheita e produzir o vinho, cuja qualidade será influenciada pelo tempo, pelo desenvolvimento das vinhas a nível de edifícios e pelo pessoal contratado (enólogos e agricultores). Durante o jogo existem 3 Feiras de Vinho, no final dos anos 3, 5 e 6, onde cada jogador tentará apresentar o seu melhor vinho. Em cada ano cada jogador pontua mediante o lugar atingido na Feira. No final da última feira na escolha dos tiles de pontuação final, graças a um descuido do Marco, o Mário pegou num tile que lhe deu a vitória por 2 pontos.


A seguir com a presença de Jorge Viana, e a espera de Marco Coimbra, para não entrar numa aventura muito dilatada, a malta decidiu fazer uma partidinha de KAGANAWA. Uma estreia para um dos aprendizes de pintura, o Jorge. Após 5 ou 6 rondas o jogo chegou ao fim, neste dia de curso de pintura o melhor aprendiz foi o Mário.

Já com o Marco Coimbra na garagem, entra em cena, um jogo já solicitado varias vezes para o por na mesa novamente, e desta foi de vez, DEAD OF WINTER - THE CRG, o pessoal no meio do apocalipse zombie encontrasse numa colonia (tipo The Walking Dead - a série) e tem que ir a procura de insumos, lutar contra zombies e defender a colonia e os seus habitantes antes do jogo acabar. Desta vez foi escolhida uma missão de curta duração, que por casualidade foi aquela com que recomendam fazer a primeira partida deste jogo, também juntamos a carta do traidor para dar mais mistério o jogo, mesmo assim a carta de traidor foi para o suspeito de costume, o Jorge, que não teve a minima hipótese neste jogo de se mostrar. Praticamente ficou acordado que nas futuras edições de jogos que tenham a personagem de traidor pelo meio lhe será atribuído o papel de traidor sem colocar a sorte ..... poupasse tempo. Após completar o objetivo principal o jogo acaba, neste caso, os jogadores tinham que recolher 15 amostras de zombies antes de acabar as 7 rondas do jogo. Após verificar que o Jorge era o traidor e que não cumpriu o seu objetivo, se verificaram os objetivos individuais de cada jogador, sendo que os únicos jogadores que o conseguiram cumprir foi o Marco e o Zé, tornando-se os únicos vencedores do jogo.  


Já com o a presença de Miguel Brito, e para não falhar ao calendário do campeonato de Fórmula D "Legacy" da garagem, toca lançar os dados no Circuito de Valencia. Com a pole position ser a ordem inversa da corrida anterior e com todos a posto se procedeu a mais uma largada bastante equilibrada. Nesta noite o piloto Miguel, que não passou pelo controlo de alcoolemia antes da corrida, foi o grande vendedor desta noite, com um lançamento de dados sempre nos limites permitidos por lei. Ficou acertada que o próximo grande premio será o Grand Prix de Baltimore no dia 23 de Junho.

 

Pessoal até daqui a 15 dias, pois a garagem fará uma paragem na próxima sexta-feira, estaremos de regresso na sexta-feria 09 de Junho e pelo meio, com certezas, mais algumas sessões extraordinárias para por os deveres em dia.

Pessoal já sabem ...... joguem sem moderação.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Jogos semana 20

Boas pessoal,

Esta semana começou mais cedo, na quarta-feira, com 2 estreias e uma apresentação. Para começar vamos com as estreias, com a presença de Marco Pereira, José Martins e Mário Bastidas na garagem procederam ao primeiro jogo da noite e primeira estreia, FIELDS OF GREEN. Neste jogo o jogadores são projetados a segunda metade do s. XX onde cada um representa o papel de dono de uma fazenda, intentado no decorrer do jogo expandir o seu território e negócios. Cada jogador começa o jogo com um silo e uma torre de água, e num sistema de passagem de cartas entre os jogadores durante os 4 anos (rondas) que dura o jogo, irão adicionando campos, gado e instalações as suas fazendas, intentando encontrar o melhor aproveitamento dos seus recursos. No fim de cada ano, vem a fase da colheita, onde cada fazendeiro deverá regar os campos, alimentar o gado e pagar os custos de manutenção das infraestruturas, em troca de recursos para aumentar a capacidade de expansão nos anos (rondas) seguintes. Quem obter mais pontos de vitória, depois das 4 rondas, será o vencedor do jogo. Nesta noite com uma ferramenta que duplicou os pontos de um edifício no final do jogo o vencedor foi Marco Pereira, com uma diferença de 3 e 4 pontos para os outros fazendeiros.


A seguir, outra estreia, CHAMPIONS OF MIDGARD, neste jogo o pessoal vai para o tempo dos Vikings, onde em Midgard acontece uma desgraça, morre o Jarl. Assim cada jogador representa um líder de um clã viking que viaja até Midgard com a finalidade de se tornar o novo Jarl, para isto acontecer deverá ganhar glória durante as 8 rondas que dura o jogo lutando com Trolls, Draugrs e monstros mitológicos. Um jogo de mecânicas bastante simples, alocação de trabalhadores (work placement) e lançamento de dados. A alocação de trabalhadores permite ir a procura de recursos e guerreiros (dados) que ajudarão a ganhar glória nas viagens e lutas que terão pela frente. O recursos são usados para esculpir ruínas, construir navios e alimentar os seguidores nas viagens. Os guerreiros são usados nas lutas. No final das 8 rondas, o líder que tiver mais glória será o novo Jarl e vencerá o jogo. Nesta luta o vencedor foi o Marco, uma vez que o Zé descuidou uma parte do tabuleiro que lhe custou a vitória.


A seguir mais um jogo de KANAGAWA, um jogo bastante simples e rápido que com certeza entrará em cena muitas mais vezes na garagem. Desta vez os estudantes de pintura entraram em ação, e o melhor aprendiz nestas técnicas antigas de pintura foi o Mário com uma diferença de 3 e 4 pontos para os outros aprendizes.


A apresentação da noite foi o jogo THE GALLERIST, um jogo econômico de Vital Lacerda, onde cada jogador representa ser o dono de uma galeria de arte. Cada jogador deverá convidar pessoas (investidores, colecionadores e pessoal VIP) a sua galeria e apresentar as obras de arte obtidas, vender obras de arte, dar a conhecer novos artistas, aumentar a sua fama e apostar nos mercados internacionais. Só a caixa e os elementos do jogo deixaram o pessoal com água na boca, ficando logo agendada a estreia deste jogo para a quarta-feira a seguir.


De volta as sextas-feiras, desta vez um pouco acidentada, com o aniversário da Maria de um dos jogadores habituais e o Rali de Portugal a decorrer fizeram que faltassem 2 jogadores. A noite começou mais tarde do habitual, a garagem foi aberta por voltas das 22:30 com a presença de Mário e Miguel. Devido a este facto nada melhor que por na mesa um jogo para 2 jogadores, o PATCHWORK, neste caso outra estreia na garagem. Este jogo de mecânica simples, cada jogador representa um costureiro e deverá preencher, o melhor que conseguir, o seu tabuleiro 9x9 com remendos. Cada jogador no seu turno tem que realizar 1 das 2 ações possíveis, ou comprar um remendo ou passar. Para comprar um remendo deverá pagar o seu valor em botões, coloca-lo imediatamente no tabuleiro e avançar o token o número de espaços de tempo que aparecer no remendo. Para passar o jogador só deverá colocar o próprio token no espaço imediatamente a frente ao do opoente e recolher da reserva o número de botões igual ao número de espaços avançados, devido a que uma parte interessante na mecânica deste jogo, é que não flui por turnos como é o habitual, o jogador que estiver em segundo joga sempre uma ação até passar a frente do oponente. Quando ambos jogadores chegarem ao final do tabuleiro do tempo, é tempo da contagem dos pontos, o cálculo é simples: são somados todos os botões que tivermos na mão e o bônus de 7 botões (para o primeiro jogador que preencha um quadrado 7x7) e a seguir são descontados o número de espaços vazios no tabuleiro multiplicado por 2, no fim quem tiver mais pontos ganha o jogo. Nesta noite ninguém ficou a rir (nas vitórias), foi um empate técnico, uma vitória para cada jogador. 


A seguir com a chegada de Marco Pereira e José Martins, foi colocado na mesa o QUADROPOLIS, estreado a semana passada por estes mesmos jogadores. Como foi referido no post da semana passada, cada jogador tem que construir a sua metropolis com a ajuda de arquitetos, aproveitando da melhor forma a colocação dos territórios no tabuleiro, pois a combinação ou localização de cada um deles, dará diferentes pontos de vitória na contagem final do jogo, importantíssimo, no final só contam os prédios que cumpram os requisitos de utilização (energia ou pessoas), caso contrario serão descartados antes da contagem dos pontos. O vencedor da noite foi o Zé, com uma boa vantagem para os outros 3 construtores.


A seguir entra em cena o FIVE TRIBES, um jogo ausente já a algum tempo da garagem. Um jogo de estrategia, sempre interessante e divertido. Nesta noite no sultanato da Naqala, o Miguel aproveitou o facto de jogar quase sempre no fim sem gastar dinheiro e obtendo uma conjugação de boas ações com as tribus do sultanato, dando uma valente "cosa" no fim do jogo aos adversários, tornando-se o novo sultão, duma forma inegável.


Para finalizar a noite, o pessoal viaja no tempo no T.I.M.E STORIES, para concluir THE MARCY CASE e começar a EXPEDITION: ENDURANCE. Na primeira parte precisamos de duas partidas para concluir o jogo, que deixou o pessoal com o queixo no chão, o final é mesmo fora. Depois a estreia de mais uma expansão EXPEDITION: ENDURANCE, na qual a equipa é transportada para o ano de 1914 onde houve uma anomalia temporal da pior especie. Neste ano a equipa do barco Endurance tentava atravessar o continente, falhando a tentativa. A equipa deverá encontrar a causa desta anomalia num clima gélido com possíveis forças sobrenaturais a volta. Para variar a primeira missão foi um total fracasso, o jogo está mesmo feito para isto acontecer assim.


Assim acabou mais uma noite de jogos por volta das 4:30.

Até a próxima e lembrem-se joguem bem e não olhem com quem.


sexta-feira, 19 de maio de 2017

Jogos semana 19

Boas pessoal amante dos jogos de tabuleiro,

A sexta-feira de jogos começou bem cedo, com entrada de 4 novidades na montra da garagem do Marco.


Com o Marco e o Zé na garagem, foi feito o unboxing do QUADROPOLIS e KANAGAWA, ambos testados de imediato por ambos jogadores. O QUADROPOLIS com uma mecânica muito parecida com o Cottage Garden, é um jogo rápido, demora 4 rondas e o objetivo é construir uma metropolis no tabuleiro com os seus edificios, lojas, parques de estacionamento, portos, fabricas, de acordo com o arquitecto disponível para realizar a construção. No final do jogo quem conseguir mais pontos de vitória vence o jogo.


No KANAGAWA os jogadores são transportadas para a bahia de Tokio com o mesmo nome para o ano de 1840, onde se tornam discípulos do grande mestre de pinturas Hokusai que irá a parilhar o seu conhecimento da arte. Se os discípulos prestarem atenção ao grande mestre conseguirão expandir o seu próprio estúdio e assim pintar árvores, animais, edifícios ou pessoas todo isto tendo em consideração as mudanças de estação do ano para obter a obra de arte mais harmoniosa e torna-la o trabalho da vida.


Logo sim, a noite de jogos começa com a presença de Marco Pereira, Marco Coimbra e José Martins. Para abrir a noite uma das estreias salta logo para a mesa, KANAGAWA, onde o melhor e mais aplicado discípulo foi o José Martins, que aproveito o facto do treino da tarde para sobressair dos outros discípulos. 


Já com o Miguel Brito e com o Mário Bastidas na garagem, foram ao segundo jogo da noite, o TOBAGO, um jogo que foi bem recebido na garagem e que com certeza estará mais vezes. Falar mais de este jogo? para que?, Os jogadores entraram nos seus todo-terreno na ilha a procura dos tesouros, nesta batalha épica com um final não apto para cardíacos, porque o Zé na distribuição do último tesouro; que ainda por cima estava amaldiçoado; trocou as últimas 2 cartas do tesouro (na brincadeira), trocando um 6 pela caveira, quando foi reposta a ordem, houve alguém que não gostou muito ficando com uma grande azia e uma cabeça maior que um melão, porque devido a esta brincadeira perdeu o jogo por 1 ponto. O vencedor nesta caça ao tesouro foi a Marco Pereira.


Já com o último elemento na garagem, o Jorge Viana, começou a primara prova do campeonato de FÓRMULA D "Legacy" com as regras da casa. A única das regras que foi alterada no andamento da corrida foi o número de voltas ao circuito, primeiro tinha-se combinado ser 3, mas a uma media de 1 hora por volta ficou-se pelas 2 voltas. 


A primeira corrida foi no circuito de Hochkenheimring, onde o Zé esteve em grande nos lançamentos dos dados e onde tivemos um grave despiste na última curva por parte do Jorge, que acabou por ficar sem o carro e inevitavelmente sem concluir a corrida. O resultado final da corrida está na tabela que se segue.


A seguir foram criadas 2 mesas de jogos a primeira com os Marcos e o Jorge a jogar THE GRIZZLED, no modo fácil, a equipa que esteve a sofrer nas trincheiras no decorrer da Primeira Guerra Mundial perdeu o primeiro jogo e ganhou o segundo, após esta vitória foi aumentado o nível de dificuldade, neste episódio na vida destas pobres pessoas não correu da melhor forma, como resultado perderam o jogo. Na mesma mesa, a continuação veio o SPLENDOR, outra novidade, é um jogo simples, onde cada jogador um representa um comerciante que vai intentado comprar gemas para adquirir pontos de prestigio, se forem bem sucedidos até podem vir a receber a visita de um Noble, que também aumentará os pontos de prestígio. Em cada turno o jogador pode realizar 1 das 3 acções disponíveis, colectar gemas (fichas), comprar e construir 1 carta exposta ou reservar 1 carta exposta. Cada carta jogada no espaço de jogo de cada comerciante da ao jogador pontos de prestigio (caso tenha o valor impresso) e uma gema permanente para o resto do jogo que da benefícios nas compras futuras. Ganha o jogo o primeiro jogador a obter 15 pontos. Nesta noite o melhor comerciante de gemas; para variar; foi o Marco "Ali Baba" Pereira.


Na outra mesa de jogo, como os restantes jogadores, outra novidade, ORLÉANS, é um jogo que transporta os jogadores para a Era Medieval na cidade de Orléans em França. Cada jogador começa com um agricultor, um barqueiro, um artesão e um comerciante e deverá usar-os para recrutar novos elementos (cavaleiros, monges e intelectuais) ou mais dos mesmos, com a finalidade de viajar, colectar bens ou construir estações comerciais nas cidades adjacentes e assim poder expandir o seu domínio. A ideia é realizar o máximo de acções possíveis por turno e assim procurar o caminho da vitória, que são muitos. O desafio do jogo está no aproveitamento na combinação de todos os elementos que se tiver na mão. O vencedor será aquele que mais pontos ganhar depois de ter finalizado as 18 rondas. Nesta noite por uma diferença de 10 pontos o vencedor foi o Mário Bastidas.


E assim chegamos ao fim de mais uma sexta-feira de jogos, espero que tenham gostado,

E lembrem-se joguem sem moderação.

Até a próxima.